Eu venci | Boletim Certeza da Vitória

“Foi apenas uma vírgula, e não um ponto final”

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Foto: Rodrigo Di Castro

“FOI APENAS UMA VÍRGULA, E NÃO UM PONTO FINAL”

A funcionária pública Isabel Cristina ironizou a covid-19, mas acabou sendo curada com a força da oração


O’hara Santos


Em menos de um ano, quatro pessoas da mesma família foram infectadas pelo novo coronavírus em Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. “Achava que era uma invenção. E ainda dizia: Esse negócio de usar máscara é tudo mentira”, conta a funcionária pública, Isabel Cristina Noronha, de 54 anos.  

Além dela, o filho, a nora e o irmão ficaram doentes. O município viu um crescimento acelerado da contaminação em março de 2020, com 213 infectados, subindo da 11ª posição para 7ª entre as cidades com mais casos no Estado – um aumento de 169%, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.

Isabel Cristina só acreditou na covid ao contrair a doença: “Achava que era uma invenção” – Foto: Rodrigo Di Castro

Isabel começou a perceber os primeiros sintomas no ano passado e, apesar das dúvidas, buscou socorro no Hospital Desembargador Leal Junior, em Itaboraí. “Tive febre, dor no corpo, perda do paladar e fiquei enfraquecida”, afirma. Ele acrescenta: “Fizeram o teste e confirmaram a covid-19, mas me liberaram para fazer o tratamento no meu lar”, explica.

Dias depois, foi constatado que os parentes de Isabel também estavam contaminados: o filho, Wanderson Noronha de Mesquita, 28; a nora, Paula Mesquita, 28; e o irmão, Luiz Fernando de Noronha, 53.

Wanderson perdeu o olfato e o paladar e teve parte do pulmão comprometido. Paula sentiu falta de ar e tinha tosses constantes, e Luiz Fernando perdeu o olfato e o paladar. “Todos foram assistidos no mesmo local em que recebi atendimento e, depois, liberados para se cuidarem em casa”, afirma Isabel.

A funcionária pública usou a fé: “Pensei que seria o fim para mim, porém não foi” – Foto: Rrodrigo Di Castro

Com medo e muito tensa, ela buscou apoio do SOS da Fé e passou a orar com os pregadores. “Aliei a Medicina à fé e, todos os dias, bebia a água consagrada. Eu também dava o líquido para meu filho e minha nora”, destaca ela, que igualmente usou a fé em favor da saúde do irmão. “Eu tomava a água abençoada com os pensamentos voltados para ele”.

Isabel creu na sua cura e na da sua família. “Foram dias difíceis, no entanto confiei em Deus, e Ele nos livrou desse mal”, diz, emocionada, dando suas impressões finais sobre o susto: “Tive de passar por isso para acreditar. Pensei que seria o fim, mas não foi. Foi apenas uma vírgula, e não um ponto final”, comemora.


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